quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

[Reportagem] José: Nós precisamos mostrar mais personalidade



José Enrique acredita que o Liverpool precisa mostrar mais personalidade se quiser alcançar os quatro primeiros lugares nessa temporada depois de os Reds perderem por 3x1 para o Stoke no Britannia Stadium no Boxing Day

Tudo tinha começado muito bem para os visitantes quando Steven Gerrard os colocou na frente no placar com o primeiro pênalti marcado para os Reds na temporada, mas o Stoke City conseguiu a virada para ganhar os três pontos, o que, segundo o lateral esquedo, foi duro de engolir.
“Pensei que depois do pênalti nós fôssemos ganhar, mas no conjunto eles jogaram melhor que nós e não mereceríamos os três pontos.”, disse Enrique ao Liverpoolfc.com. “Nós precisamos de mais experiência e de demonstrar mais personalidade nesse tipo de jogo.”. “Nota-se que nós temos jogadores de qualidade e um bom elenco, mas precisamos lutar por cada ponto que jogarmos se quisermos estar entre os quatro primeiros.”
“Precisamos ter uma mentalidade vencedora e demonstrar o que podemos ser.”
Liverpool vai enfrentar o Queens Park Rangers de Harry Redknapp no domingo e Enrique espera que os Reds possam terminar 2012 com uma vitória.
Ele acrescentou: “Nós precisamos nos recuperar dessa derrota e precisamos ir a Londres e ganhar. Todos os jogos da liga são difíceis, mas é preciso dar 100% cada vez que você jogar por esse clube e mostrar personalidade.”

Fonte: http://www.liverpoolfc.com/news/latest-news/jose-we-must-show-more-character

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Considerações

Coincidência ou não, esse jogo eu assisti.
No fim eu estava certa quando dizia ano passado que só não criticavam o Dalglish porque ele era uma lenda do time, as pessoas tem muito menos paciência com o Rodgers, né... mas as que tem paciência tem até demais. Pelo amor de Deus! O Kenny Dalglish não deixou o time chegar nessa posição nem uma vezinha no seu segundo reinado, levou a gente a duas finais e ganhou um título, mais do que o Wenger fez em sete anos no Arsenal. Mas aí deixou o time em oitavo na EPL e isso pareceu inaceitável. A melhor posição em que a gente  esteve com o Brendan Rodgers foi décimo, ele já eliminou a gente da League Cup e estragou a única coisa que prestava no Liverpool do Dalglish: a defesa.
Você pode argumentar que sacanearam o BR na última janela e ele não teve dinheiro pra contratar como o Dalglish teve. Concordo. Mas o BR não perdeu ninguém da defesa, ele continua com exatamente a mesma defesa do Dalglish e olha a diferença. 
Ah, a gente faz mais gol... sim, mas anda compensando? Eu não acho. Porque proporcionalmente a campanha do Dalglish era muito melhor. A gente não fazia muito gol, mas também não tomava, agora é de 2 pra lá em quase todo jogo. E não tá jogando melhor, quem fala isso não assistia o Liverpool do Dalglish, como o Fer disse. E com o King Kenny a gente pelo menos entrava com vontade nos clássicos, com o BR jogar contra o United e o Aston Vila dá na mesma, ou seja, a gente perde. Pior, tomando mais vareio de bola do Vila que do United...
Não tenho nada contra o Rodgers, mas se a campanha da temporada passada foi motivo pra demitir o técnico, essa também é. Trabalho de longo prazo my arse! Se a gente ficar mais tempo nessa situação vamos esquecer o que é ser time grande, coisa que várias pessoas me dizem já ter acontecido, mas eu teimo em dizer que estão erradas.
YNWA

Stoke City 3x1 Liverpool, 26 de dezembro de 2012

Depois de um bom jogo contra a Fulham voltamos a ver o que atualmente vem sendo o Liverpool. Na transmissão da ESPN Brasil por diversas vezes narrador e comentarista (Paulo Andrade e Arnaldo, respectivamente) falaram do "novo jeito do Liverpool jogar": um jeito que se baseia mais na posse de bola e que, por isso, se opõe ao do Stoke, que faz um jogo mais aéreo, e ao que era o Liverpool do Kenny Dalglish. Isso só mostra, na minha opinião, como muitas das opiniões de narradores e comentaristas se baseiam em preconceitos e "senso comum" que é, muitas vezes, incomum, porque não tem a ver com o que acontece. A campanha com o King of the Kop ano passado foi, de fato, muito ruim, mas dizer que o time dele fazia simplesmente um jogo aéreo é coisa de quem não assistia o Liverpool. O escocês não descartava o jogo aéreo (e por isso o Carroll tinha um lugar no time), mas o time jogava bola, nem sempre bem, é verdade, mas o Liverpool não passava vergonha como vem passando agora. Digo vergonha porque não tem outra explicação para um time que perde de 3x0 do Aston Villa em casa (o mesmo Aston Villa que tomou 8 do Chelsea na rodada seguinte e 4 do Tottenham hoje) e toma 3 gols do Stoke onde quer que seja (segundo os caras da TV fazia mais de 40 jogos que eles não faziam 3 em alguém). Pior defesa do campeonato! Time que tem apenas uma jogada ofensiva! Ano passado vi um time do Liverpool um pouco estranho jogar em casa contra o Stoke (Reina; Carrragher, Skrtel, Coates, Enrique; Henderson, Adam, Gerrard, Downing, Johnson; Kuyt). A estranheza se dava pela necessidade, segundo o Dalglish, de se tomar cuidado com as bolas aéreas do Stoke e, por isso, tínhamos o Carragher jogando de lateral direito. A impressão que dava, nesse jogo do Liverpool de hoje, era a de que o grande Brendan Rodgers não sabia quem era o tal do Stoke City. Não é possível que o time tenha treinado marcação de bola aérea porque o que se viu foi uma pixotada depois da outra. Agger e Skrtel fizeram jogos medonhos, o último simplesmente escorregou no primeiro gol do Stoke, enquanto o primeiro falhou mais uma vez (antes falhara bizarramente na marcação de Terry no empate por 1x1 com o Chelsea) numa jogada de escanteio ao deixar o jogador que ele deveria marcar escapar.
O ponto aqui é: o time do Brendan Rodgers não é, de jeito nenhum, melhor que o time do Dalglish. Quanto a isso não há dúvidas. Faltava força ofensiva ao time do escocês, assim como falta ao do norte-irlandês, a diferença é que no time de Dalglish havia uma defesa relativamente sólida (é verdade o time perdeu de 4 pro Tottenham num jogo atípico - com 2 jogadores a menos - e perdeu de 3 do City, mas era um time que disputava o título não o um time que disputava para não ser o pior ataque do campeonato). Eu até entendo que exista uma solidariedade com o novo técnico, mas ela não precisa vir reforçada por mentiras. O time dele deixa, e deixou novamente nesse jogo, muito a dever. Qualquer time atualmente causa graves dificuldades a esse Liverpool, não é preciso muito para bate-lo. Isso foi o que provou o limitadíssimo time do Stoke.

Reina - é uma boa pedida para fazer dinheiro na janela de transferência, 4,0
Johnson - jogo fraco tanto no apoio como na defesa 4,0
Skrtel - sem comentários 2,0
Agger - falta concentração, falta agressividade na jogada aérea 2,0
Enrique - pedir dois bons jogos na sequência é demais 3,0
Lucas - um dos menos ruins em campo, embora sem função 5,0
Gerrard - quem? Errando passes fáceis, aí fica difícil 4,0
Shelvey - medonho e patrocinado pelo super Rodgers 2,0
Suso - junto com o Lucas o melhor em campo 5,0
Downing - esse é o Downing que a gente conhece 3,0
Suarez - até tentou brigar com os grandalhões, mas fez pouco 4,0

Henderson, Sterling e Cole - sem nota, também, nem merecem

Brendan Rodgers - a defesa do seu time é simplesmente horrível e o pior é que, teoricamente, é o setor em que o Liverpool está mais bem servido. Preciso falar mais alguma coisa? 2,0

TROFÉU MICHAEL OWEN: vai para o próprio que, provavelmente, ficou em algum lugar em Stoke, confortavelmente sentado, assistindo a mais uma rodada do Boxing Day.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Liverpool 4x0 Fulham, 22 de dezembro de 2012

Bom jogo do Liverpool hoje contra o Fulham. Jogo seguro. A opção do Brendan Rodgers pela entrada de Suso (no lugar do Sterling) e do Downing (no lugar do Allen, com o ex-jogador do Aston Villa jogando na ponta direita e com o Shelvey passando para o meio) se mostrou muito proveitosa, principalmente porque com o Suso (que não fez uma de suas melhores partidas, mas não comprometeu) o time ganha em posse de bola, o que lhe permitiu controlar as ações no Anfield. Trata-se, evidentemente, de trocar velocidade por técnica o que, para esse jogo, se mostrou uma boa aposta. A grande surpresa foi o jogo muito bom do Downing. Além disso, deve-se destacar a presença do Gerrard que comandou as ações no meio-de-campo dos Reds. Muito boa a atitude do time, principalmente no começo dos dois tempos, em que marcou sob pressão e foi incisivo, procurando o gol. É de se destacar, no entanto, a apatia do Fulham, um time sem nenhuma força ofensiva...

Avaliação dos jogadores:

Reina - destoou do time que fez uma partida segura, foi pouco exigido, mas, quando foi, fez defesas espalhafatosas. Nem a barreira o cara não sabe arrumar 5,0
Johnson - não foi exigido na defesa, apareceu com certa regularidade no ataque 6,0
Skrtel - partida segura, fez o gol que tornou a partida muito mais fácil 8,0
Agger - não foi exigido, perdeu um gol debaixo da trave 6,0
Enrique - bom jogo, especialmente no apoio 6,0
Lucas - ainda não está 100%, mas fez um jogo seguro, passa tranquilidade para um sistema defensivo que ainda não está bem entrosado 6,0
Gerrard - bom jogo, especialmente no primeiro tempo. Não foi o Gerrard decisivo que foi há tempos atrás, mas deu o toque de classe do meio-campo 8,0
Shelvey - jogo regular, aparecendo pro jogo, não é a solução para os problemas de criatividade do Liverpool, mas quebra um galho 6,0
Suso - ao contrário do que o Sterling faz um jogo mais coletivo, a bola passa por ele e dá seguimento à construção do ataque, enquanto o seu companheiro inglês tende a jogar mais individualmente e perder a bola com maior constância. 6,0
Downing - é mesmo o fim do mundo! Grande jogo do Marlos inglês. Belo gol 9,0
Suarez - abaixo do que pode produzir, mesmo assim criou pelo menos três boas chances de gol, fazendo o seu já nos acréscimos do segundo tempo 6,0

Sterling - entrou para agilizar os contra-ataques quando o time já ganhava por 3x0 6,0
Allen - entrou no lugar do Shelvey e não acrescentou nada ao time, apenas permitiu que o Gerrard tivesse menos trabalho defensivo no fim do jogo 6,0
Carragher - sempre legal ver o Carra em campo, entrou no lugar do Lucas - sem nota (pouco tempo)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

[Reportargem] Brendan sobre possíveis reforços


Brendan Rodgers está confiante de que sua linha de ataque será reforçada mês que vem, mas avisa que a janela de transferências de janeiro implica várias limitações


Rodgers não esconde de ninguém seu desejo de aumentar o poder de fogo de seu time, uma vez que Luis Suarez e o machucado Fabio Borini são os únicos atacantes do time principal. 
Ele acredita que isso é possível com a abertura do mercado no Ano Novo, mas o técnico admite que alguns negócios poderão ter de esperar até a janela de verão.
“Não há dúvidas de que teremos reforços em janeiro e não há dúvida de que obteremos apoio [da diretoria], mas isso dependerá a duas questões: a disponibilidade e a acessibilidade [financeira] dos jogadores”, disse Rodgers aos jornalistas. 
“Eu vejo muitos nomes sendo cogitados e, com todo o respeito, nomes que são absurdos, porque não haverá muitos jogadores de ponta se transferindo em janeiro já que os clubes querem muito dinheiro.”
“Mas não há dúvida de que nós queremos trazer gols e que queremos contratar jogadores que dão assistências e fazem gols.”
“ Se nós conseguirmos, isso nos fortalecerá e então  poderemos, de fato, nos reforçar de novo no verão quando o mercado abrir.”
“Há um contexto maior a ser levado em consideração – e depende da disponibilidade dos jogadores.”
“Investiremos dinheiro em janeiro para tentar trazer novos jogadores que possam nos dar uma ajuda no fim do campeonato.”
“A questão é: todos esses nomes especulados vão estar disponíveis? Eu acho que não. Nós vamos, certamente, contratar quem pudermos para ajudar-nos e então vamos rever as possibilidades.”
“Todos os nossos problemas não vão se resolver nessa abertura do mercado porque a janela de janeiro é pouco produtiva e é aquela em que menos movimentação ocorre.”
“Mas nós procuraremos resolver alguns dos nossos problemas agora e depois nós voltaremos a eles no verão, sabendo que no próximo verão nós estaremos numa posição muito melhor do que no anterior.”


Fonte: http://www.liverpoolfc.com/news/latest-news/brendan-on-potential-reinforcements

Notícias

Então, gente. O sorteio da Europa League foi ontem e a gente vai pegar o Zenit. Meh.
Mas não é por isso que estou aqui, estou aqui para dizer que nós vamos começar a publicar aqui algumas notícias traduzidas do site oficial do Liverpool. Como tem pessoas que não conseguem ler em inglês a gente pensou em fazer isso para facilitar, deixando claro que as notícias são apenas traduções do site oficial e vamos colocar o link para a notícia original, okay?
É isso.

YNWA

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Football Culture (Dave Kirky)


Football culture, what does it mean?
In this amazing city where we lay our scene
If culture means drama, then we've seen it all
But our main performers...entertain with a ball.

And if culture means knowledge and a love of the arts
Then Liverpool fans are a law apart
Because football's an art form on which we were reared
While knowledge was gained by travelling for years.

I went the match with me dad when I was a kid
He took me on the kop...just like his father did
Then as I got older I went with me mates
It was our only release from the council estates.

During the week we'd hang round in gangs
Standing in doorways drinking from cans
But then came Saturday afternoon
And suddenly...life played a different tune.

We'd make our way to the football ground
To an ocean of colour with waves of sound
We knew that we belonged in there
It represented who we were.

Twenty six thousand amassed on the kop
You didn't want that day to stop
You'd sing and sway as banners unfurled
It took you to another world.

And then King Kenny would score a goal
And just for one moment...you weren't on the dole
You weren't traipsing round on a building site
Or a government statistic being treated like shite

Football could take you far away
make you feel like somebody...just for the day
Working class kids nothing else in our lives
found a way of being identified.


From hanging around on the streets back home
We found ourselves in places like Paris and Rome
skipping on ferries and bunking on trains
Conquering Europe...again and again.

I try to tell people just how that feels
The pride and the passion is almost surreal
some say..."It's men just kicking a ball"
But believe me now...they know fuck all.

Others say culture is much more profound
It doesn't exist at a football ground
But where were those deluded voices that week
When nearly a million were lining these streets?

Creativity evolves on the kop
I know poets who work down the dock
They're not arsed about Wordsworth or Keats
Their inspiration is Rush and Dalglish.

Even Shakespeare's dramas seem a bit dull
Compared to what happened in Istanbul
Put it this way...no drama could ever get near
To what happened over in Turkey that year.

So you see...football's not just a game
It stirs-up emotions that you can't explain
a major victory brings ecstasy...and tears
for fathers and friends who are no longer here.

That's what football culture means
It isn't just a stadium and a football team
It's a lifetime of drama played scene-by-scene
Capital of memories...capital of dreams.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Liverpool 1x3 Aston Villa, 15 de dezembro de 2012

Quando o Dalglish foi demitido os torcedores do Liverpool, embora com o coração partido de ver uma lenda do clube ser posta de lado, tinham a esperança de que, finalmente, os donos do clube iam demonstrar que tinham entrado nesse negócio para vencer, para montar times competitivos e de primeira linha. Nesse sentido, a indicação de Brendan Rodgers foi uma decepção. Vamos apostar num técnico novo e talentoso, eles diziam. Quanto mais a temporada se desenvolve, no entanto, a impressão que temos é que eles escolheram um técnico que para ser obtido não requeria um grande investimento e que não exigiria, depois de contratado, um grande investimento que, no momento, é mais do que necessário.
O que se viu hoje em campo é um time que na hora da decisão, da definição, conta com o Suárez ou com um bando de moleques que não tem experiência (e muitos nem sequer habilidade) para se colocar como um jogador decisivo. Pensando assim é até mesmo um ato de covardia cobrar que o Shelvey e que o Sterling, por exemplo, decidam jogos. E foi isso o que se viu hoje: jogadores que na hora em que são postos na cara do gol pipocam. E é natural que o façam.
Voltamos, novamente, para a problemática da construção do elenco no qual é impossível dizer que o Rodgers não teve culpa. Está bem, ele não contava com muito dinheiro, mas e o dinheiro que ele tinha? Assaidi? Borini? Allen? O que foi investido nesses três jogadores daria para comprar um que fosse decisivo. O que se preferiu, pelo contrário, foi contratar jogadores medianos para um time que, hoje, é pouco mais do que isso.
Some-se a isso as constantes partidas pífias de outros jogadores que poderiam ser chave para a construção de um Liverpool forte. Refiro-me especificamente ao Gerrard, mas podem ser incluídos aqui o Johnson e o Skrtel. Além disso, temos a presença do Reina no gol que, como já disse anteriormente, só se explica ou pela necessidade de colocá-lo na vitrine para vendê-lo ou pela mão fraca de um técnico que mantém como titular os jogadores renomados mesmo quando não jogam para isso.
A inexperiência dos jogadores jovens soma-se aqui à falta de qualidade dos medalhões e fazem que, para o torcedor, pouca esperança reste. Exemplo: Shelvey não estava num dia inspirado, então ele troca ele pelo Cole, alguém tem expectativa de que o time vá melhorar?
O jogo hoje foi a mesma coisa que vem sendo sempre (ou quase sempre). Liverpool mantém a posse da bola, cria algumas ocasiões de gol, mas não faz o gol. Para os adversários, então, como afirma a Mirane, é só esperar que o Liverpool cometa erros e ele cometerá. Assim foi no primeiro gol do Aston Villa, quando o Suárez perdeu a bola no meio-campo favorecendo o contra-ataque adversário que foi coroado com mais uma bizonha atuação do Reina que parecia um cone caindo e não alcançando um bola fraca. No segundo, um erro de marcação do sistema defensivo (os zagueiros sairam para dar combate e um jogador adversário ficou livre no meio da área) permitiu que os adversários ampliassem o placar. No terceiro, o erro foi do Cole.


Reina - não passa segurança nenhuma, 0,0
Johnson -  errando demais na defesa 5,0
Skrtel - colaborou para uma defesa insegura 4,0
Agger - tem iniciativa, mas não foi suficiente para arrumar a defesa, 5,0
Downing - uma nulidade, como é costume, 3,0
Lucas - não foi um dos seus melhores dias 3,5
Allen - quem? 3,0
Gerrard - cansado, cansado, 4,0
Sterling - correu bastante, mais uma vez 3,0
Shelvey - pede-se muito a ele 4,0
Suarez - não foi um dos seus melhores dias, mas faz com que o jogo sempre fique movimentado, 5,0
Cole - o que que esse cara ainda faz em Liverpool? 2,0

domingo, 9 de dezembro de 2012

Achei que ia ser pior...

Então, não achei tão ruim assim. Eu achava que ia ser um pesadelo sem o Suarez e no intervalo até cheguei a pensar em goleada. Mas às vezes coisas boas acontecem.
Não me interessa que ele fez gol, você NÃO PODE tirar o Enrique e colocar o Cole, pelo amor de Deus!
Você pode: 1. colocar o Carragher na lateral direita e o Johnson na esquerda (mas como o Johnson tava bem na direita, entendo não fazer isso), 2. colocar Carragher ou Coates na zaga e por o Agger na lateral esquerda ou 3. QUALQUER OUTRA COISA MENOS O JOE COLE. Como o Fer disse: Downing E Cole juntos? Sério? Ah tá, ele fez gol... sim, fez! E agora ele é jogador de futebol, então? Não pra mim, não pro meu time. Nada exatamente contra ele, é só que não é bom o suficiente.
Não achei o Henderson tão ruim assim, como o Fer disse. Ele anda melhorando. Assim como o Enrique, perto do que ele jogava antes já é quase um craque. (Vê, não ligo de jogador me mostrar estar errada, não ligo de admitir que mudei de opinião, desde que O JOGADOR me mostre EM CAMPO, não comentário de jornalistas e gentes).
O negócio é que ganhamos. E só de mostrar que, por mais medonha que seja a nossa fase, nós ainda não somos o Chelsea já tá ótimo.
Não entendeu? Azar o seu!
É, como o Cole entrou hoje não ganhou o troféu Michael Owen (aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa que pena), mas o prêmio não deixa de estar relacionado a ele já que o campeão (BR) ganhou merecidamente por colocar o Cole. Na verdade o Cole nem merece esse prêmio, já que nem devia estar no banco... não do Liverpool, pelo menos.

YNWA

West Ham 2x3 Liverpool, 9 de dezembro de 2012

Para quem não assistiu o jogo aqui vai um notícia chocante: Joe Cole entrou em campo. E não, o Liverpool não estava goleando (o que é, evidentemente, virtualmente impossível em um jogo sem o Suárez). Na verdade, tratou-se de mais um prodígio do grande Brendan Rodgers. Depois de montar um time sem um atacante de ofício (certamente porque era mais importante contratar o "Henderson, o retorno" do que contratar um atacante, mesmo que fosse grosso - e não me venha com "Ele contratou o Borini", tenha dó! Tô falando de atacante!), o superlativo técnico dos Reds conseguiu a proeza de colocar no mesmo time Downing e Cole, feito merecedor de destaque. Mais do que isso, o Marlos inglês foi jogar de lateral esquerdo.
Detalhe: o time precisando ganhar e entra o Henderson. Ou seja, Cole, Downing, Henderson e Allen no mesmo time! Agora vai!!!!
Vamos para as notas dos jogadores porque esse time do Liverpool não merece mais do que esses comentários.

Reina - estilo montanha russa, cada atuação é um frio na barriga 4,0
Johnson - bom primeiro tempo (e um golaço) 6,0
Skrtel - atrapalhado 4,5
Agger - tem vontade, mas no meio dessa draga não tá fácil 5,0
Coates - pouco tempo em campo
Enrique - não comprometeu no tempo em que esteve em campo 5,0
Downing - já é péssimo jogando de ponta, de lateral então 2,5
Lucas - com a linha de defesa tão recuada como a do Liverpool ele tem que marcar em toda a intermediária, sobrecarregado pela apatia de Gerrard e Allen na marcação 5,0
Henderson - um gênio do passe pro lado 4,0
Allen - esteve em campo? Ah é, o penalti foi cometido por ele 3,0
Gerrard - "Oh captain, my captain...", já faz tempo que só joga com o nome 4,0
Sterling - Se apresenta pro jogo, mas como erra... como já diria o outro "No class, no class at all" 4,0
Cole - parece que fez até gol 3,5
Shelvey - como meia já não é la grande coisa... A pergunta é: por que que joga como atacante? É melhor não ter atacante nenhum do que ter o Carroll?  4,0

Troféu Michael Owen: Brendan Rodgers, simplesmente medonho 1,0

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Udinese 0x1 Liverpool, 06 de dezembro de 2012

Mais um joguinho daqueles do Liverpool.... Como desculpa, evidentemente, vão alegar que a Liga Europa é um campeonato menos importante, que normalmente os times ingleses poupam jogadores nesse tipo de competição, etc. No caso dos Reds isso nem sequer é exatamente verdade. Poupado mesmo, talvez, tenha sido o Agger, já que o Lucas ainda não está 100% fisicamente e, portanto, não jogaria, independentemente do campeonato, no fim e no meio de semana. O Gerrard, que também nem no banco ficou, é outro que, apesar de normalmente ser titular, não vem jogando para isso; outro poupado (entrou no segundo tempo) foi o Sterling, que, depois de jogos muito abaixo da média, não dá pra saber se foi, de fato, poupado ou se o Rodgers tentava explorar outras possibilidades. Dessa maneira o time, se não me engano, começou com: Reina; Johnson, Carragher, Skrtel, Downing; Allen, Henderson, Sahin, Enrique, Suso; Suarez. Portanto, aproximadamente 6 jogadores normalmente titulares.
Esse time tem, essencialmente, os mesmos problemas daquele que seria titular: marcação frouxa, pouca agudeza (restringida ao Suarez) e pouca criatividade. Em suma: é um time insosso, mesmo com a presença do Carragher que é, de qualquer forma, uma manifestação de garra e de vontade no time.
Chama a atenção nesse time misto a ausência do Assaidi que, na minha opinião, revela um dos problemas graves na gestão do clube: as contratações. O Liverpool vem se especializando em contratar (muitas vezes por valores astronômicos) jogadores para "compor elenco" ou nem isso. Como explicar as contratações de Downing, Henderson, Adam, Assaidi, Borini, Enrique? Com isso temos um time titular que não recebe o reforço de jogadores que venham para acrescentar algo (todos esses, sem excessão, primam por, na hora do vamos ver, tocar a bola pro Suarez ou pro Gerrard), que se coloquem como peças fundamentais (key players, eles diriam). Assim, quando o Rodgers olha pro banco é um desespero porque o time titular é fraco e quem está no banco é pior ainda. Nesse sentido ele deve ter inveja do Kenny Dalglish, que deixava (sabe Deus por que), muitas vezes, o Maxi Rodriguez no banco, um jogador que foi sub-utilizado no Liverpool, uma vez que era melhor do que a maioria dos jogadores que estavam (e dos que estão) em campo, ou mesmo o Kuyt e o Carroll.  O fato é que o time se desfez de jogadores e não repôs.
Pensando assim, talvez, o primeiro instinto seja o de criticar os novos donos do time. A respeito disso eu tenho uma teoria um pouco engraçada:
Para explicar o motivo de a diretoria ter parado de investir é fundamental retornar ao momento das recentes "grandes" contratações, ou melhor, da "grande gastança" no Liverpool. O problema é que no início da temporada passada (e no meio da anterior) a diretoria investiu muito dinheiro (40 milhões no Carroll, 25 no Suarez, mais 20 em Downing e Henderson, mais um tanto no Adam e no Enrique) e, como eu não acredito que é possível tanta ingenuidade e estupidez nesse nível de negócio, a impressão que fica é que ou os donos do Liverpool foram passados para trás, ou eles participaram de um esquema muito lucrativo de superfaturamento. A primeira hipótese vai mais ou menos no sentido do que ocorre em O Poderoso Chefão III, ou seja, os europeus com toda a sua "organização" armando algo para os novos ricos americanos, mais ou menos o que ocorre quando o Michael tenta comprar a empresa imobiliária da Igreja. Aqui, o que teria acontecido é que eles teriam se aproveitado da falta de conhecimento futebolístico desses caras. A outra opção é ainda mais nebulosa para os torcedores do Liverpool, uma vez que os donos vem superfaturando pequenos jogadores...
Chega por hoje. Vamos para as notas:
Reina - Cada bola é uma emoção, não passa segurança nenhuma, somente a tentativa de colocá-lo na "vitrine" explica a sua titularidade. Boatos de que o Arsenal estaria interessado :) 5,0
Johnson - mal como o resto do time 5,0
Skrtel -  não comprometeu 5,0
Carragher - acho que é uma presença que ainda vale a pena no time 5,0
Downing - quem? 4,0
Allen - não serve como primeiro volante 5,0
Henderson - fez o gol e só 5,0
Sahin - sem nota, pouco tempo em campo
Shelvey - o mesmo de sempre 5,0
Enrique - havia um winger no time chamado Downing, ele é tão ruim que o lateral esquerdo joga de winger e o winger de lateral esquerdo 5,0
Suso - como os outros, mas com um pouco mais de habilidade 5,5
Sterling - devia ver se há vaga no time do 4x100 inglês (no jamaicano não daria nada), outra possibilidade é o triatlo, pois corre, pedala e nada 4,0
Suarez - esforçado, mas não inspirado 5,0

Troféu Michael Owen desta vez fica para Joe Cole, um partidaço no banco. O pior é ter que aguentar gente mandando mensagem pro canal que transmite pedindo ele no time... Não deve ter visto uma única partida dele desde que ele saiu do Chelsea...

domingo, 2 de dezembro de 2012

E eu

Bem, depois do post organizado do Fernando, eu venho aqui, como torcedora que vocês sabem que eu sou, e vou dar os meu pitacos.
Primeiro, concordo com quase tudo que ele falou. Eu amo o Gerrard e ele tem crédito de sobra, mas se, como ficou claro quando demitiram o Kenny Dalglish, o que passou passou e não conta mais, não tem motivo pra ele continuar como titular. Ele precisa sentar um pouquinho no banco e pensar sobre o que ele tá fazendo no time que ele tanto ama. Eu entendo ele estar cansado, desanimado, mas a gente precisa de um jogador que faça seu trabalho em campo e não que fique desfilando. Nem como figura inspiradora ele tá funcionando mais! E se o negócio é manter uma lenda em campo para inspirar os jogadores, põe o Carragher! Já viram a vontade que ele entra em campo e como ele está disposto a qualquer coisa pra ajudar o time? Pelo amor de Deus!
E o Sterling? Não me conformo! Não to brigando com o menino. Ele é novo, tem tudo pra virar um grande jogador, mas a partir do momento que ele para de render em campo não tem por que continuar como titular. E continua. Mesmo acertando 2 passes em 40 e seus chutes serem recuos de bola para o goleiro adversário... Eu até entendo o Gerrard ficar no time mesmo mal, mas Sterling? O que ele fez para merecer esse privilégio? Entendo a nossa falta de opção, mas tinha que tirar ele de vez em quando senão ele vai começar a achar que pode fazer qualquer merda em campo e vai continuar sendo titular. Não dá.
Nossa defesa desandou também, como o Fer disse. É inacreditável como eles parecem mais estar com medo do atacante do que querendo marcá-lo, não pode isso. E nem vou comentar o fato de não termos atacantes, porque né... absurdo.
Ainda não coloco a culpa no Brendan Rodgers porque ele acabou de chegar e foi sacaneado pelo Henry, mas o que me deixa com a pulga atrás da orelha é: por que demitiram o Kenny Dalglish mesmo? Não vejo o time do Rodgers jogando muito diferente. Não vou falar de resultados porque isso leva tempo, mas o time em campo continua a mesma merda e, mais uma vez como disse o Fer, a defesa piorou! Como? Por quê?Eu tenho paciência, mas não sou Jó. Ficar irritada até quando time ganha? Não pode.
O time não jogou mal contra o Southampton, mas ainda tem muita coisa para melhorar e contra o West Ham SEM Suárez? God save us.

Liverpool 1x0 Southampton, 1º de dezembro de 2012

Primeira postagem no blog, pretendo utilizar o jogo de sábado contra o Southampton para abrir as discussões sobre o desempenho do Liverpool, discussões que, creio eu, devem fazer eco durante toda a temporada.
Comecemos retomando dois ditados clássicos do mundo futebolístico: por um lado, um time se constrói a partir da defesa, e, por outro, um grande time começa com um grande goleiro. Quando se trata do Liverpool, ambos os ditados apontam para críticas ao Brendan Rogers. Para começar, é impressionante como uma defesa relativamente segura na época do Dalglish se torna essa bagunça que é atualmente a defesa dos Reds. Não quero dizer que gostava do modo como o King of the Kop organizava a sua defesa, sempre a achei muito passiva, sem o Lucas então era um terror, dando a impressão, inclusive, de que faltava empenho e garra aos jogadores. Com o Rodgers o time ganhou, em alguns jogos, a marcação pressionada ainda no campo do adversário, contudo, o time ainda mantém uma "marcação posicional" - de ocupação de espaços, mais do que de agressão na tentativa de retomar a posse - e uma defesa que, muitas vezes, joga muito recuada (em parte, imagino eu, por causa do Skrtel que é lento - e truculento), o que permite que até times tecnicamente inferiores tenham a possibilidade de chegar à área do time de Anfield. Dito isso, é fundamental reconhecer a importância do Lucas para a formação do time, ele é o cara na marcação à frente da área e que permite que os zagueiros se ocupem dos atacantes adversários. Se é verdade que com o volante brasileiro a organização defensiva do time melhora muito, é necessário notar um problema (de vários) na montagem do elenco do Liverpool: não há um jogador que faça, mesmo que num nível inferior, o mesmo papel que o Lucas. Na época do King Kenny quem fazia esse trabalho era o Spearing (que é um jogador abaixo da média, mas que, inegavelmente, era incansável na marcação), agora quando o brasileiro não tem condições de jogo temos que aturar o insosso do Allen jogando de primeiro volante (quando o já cansadíssimo Gerrard não é deslocado para esse papel), que mais ocupa espaço do que marca de fato. Fica um pensamento: é impressionante a quantidade de jogadores que atuam como midfielders cuja única qualidade é um passe relativamente bom. Penso nisso numa comparação com o Denilson, atualmente emprestado pelo Arsenal ao São Paulo, que só conseguiu algum destaque quando um jogador que realmente marca passou a atuar ao seu lado (me refiro, obviamente, ao Wellington). Feita essa observação, cabe uma outra em sentido contrário: como, no Brasil, falta à boa parte dos volantes e meio-campos (mas não só) um pouco mais de qualidade de passe. Isso permitiria um jogo menos "corredor" (ou seja, com pausas, um jogo um pouco mais técnico). No Liverpool, entretanto, o que falta é a "correria" e a habilidade porque aos seus jogadores técnicos falta habilidade, falta força, falta vontade, falta poder de decisão, falta objetividade, agudeza. É aí que se encaixam Allen, Henderson, Downing, que podem ser jogadores úteis (na verdade diria que só o primeiro), mas que nunca, repito: nunca, podem jogar juntos a não ser se for para causar sono no espectador.
Chegamos então na questão do goleiro. Reina, que faz um começo de temporada medonho (como, aliás, foi a sua última temporada), estava machucado e o Brad Jones (sinceramente não sei porque não o Doni) vinha jogando bem, ou relativamente bem. Fica a pergunta: você tem um goleiro renomado que não está bem e se machuca, entra outro em seu lugar e o cara não deixa a desejar, por que, quando recuperado, o "famoso" volta? Para mim só há uma resposta: o técnico não tem colhões para deixá-lo na reserva e é por isso, na minha opinião, que o Gerrard continua sendo titular absoluto. É por esse mesmo motivo que ele evita tirar o "jogador sensação" Sterling (um jogador mais corredor, embora tecnicamente limitado e sem grande habilidade) não sai do time, mesmo tendo o Suso (mais técnico, mais habilidoso, menos rápido).
Ia falar do jogo em si e acabei não falando, de qualquer forma pontuei algumas questões que queria destacar, a maioria delas indica um problema: Brendan Rodgers não vem se mostrando o cara para a posição e isso se evidencia na montagem do elenco. No próximo jogo, a principio, o Liverpool não contará, a menos que vá buscar na base, com um atacante de ofício... pra um ataque que já não é lá essas coisas perder seu único jogador agudo, decisivo, vai ser um problema. Além disso, suas três principais contratações - Allen, Borini e Assaidi - se mostraram mais jogadores para compor o elenco do que para tornar o time titular melhor, ora, se o time titular não é bom o suficiente não é estranho que se use a verba para reforçar o banco? Ou melhor, com jogadores que não vêm para ser aqueles que decidem?

Passo, agora, para uma avaliação dos jogadores em campo:

Reina - não passa mais segurança nenhuma. Não adianta falar que ele é um grande repositor de bolas, o primeiro serviço de um goleiro (e olha que isso vem de um sãopaulino, fã do Rogério Ceni) é defender e passar segurança à defesa. 4,0
Johnson - um dos jogadores mais habilidosos do elenco, tem alguma dificuldade na marcação, mas fez um bom jogo. Com a volta do Lucas tende a melhorar seus desempenhos. 6,0.
Skrtel - pelo que vem jogando já merece uma passada pelo banco de reservas. 5,0.
Agger - garantiu a vitória, suas atuações vêm sofrendo com as dificuldades defensivas do time (no qual ele toma parte, uma vez que parece tentar fazer, sempre, mais do que o seu papel, muitas vezes se complicando), mas hoje foi bem. 7,0.
José Enrique - um dos seus melhores jogos com a camisa do Liverpool. Felizmente o Brendan Rodgers voltou a escalá-lo como lateral e não como ponta e ele correspondeu, jogando simples, sem inventar, pode conseguir se manter no time. 6,5.
Lucas - voltando de contusão, ainda não está 100%, mas dá um pouco de agressividade a um sistema defensivo extremamente passivo. 6,5.
Joe Allen - o de sempre, jogou um pouco mais a frente. 6,0.
Gerrard - quem? era para ser um dos jogadores decisivos do time, mas parece cansado... 5,5.
Shelvey - jogando na posição em que vinha jogando o Suso, não se detacou e ainda perdeu algumas boas chances. 6,0.
Sterling - jogo terrível. Não acertou nada. 4,0.
Suarez - único jogador agudo, sempre causa problemas para os adversários, pena que joga praticamente sozinho... 7,0.

Carragher e Henderson: o primeiro, para mim, poderia ser mais utilizado, principalmente porque o Skrtel não está bem e porque ele tem gana, tem vontade; o segundo, é exatamente o contrário, insosso como o Allen, mas bem pior.
Downing - nota 9,0, não comprometeu, o que já é um grandessíssimo acontecimento, manteve os bancos do Anfield quentinhos. Trofeu Michael Owen para ele.